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Energia Solar no Brasil: conheça o programa de incentivo do Governo Federal

O uso da energia solar foi consolidado em 1954, com o desenvolvimento das primeiras células fotovoltaicas, e quatro anos depois surgiram os primeiros painéis solares na National Academy of Sciences nos Estados Unidos. No Brasil essa tecnologia ganhou escala apenas em 2011, com a instalação da primeira usina solar em Tauá, no Ceará.

Esse atraso esteve diretamente ligado à falta de incentivos regulatórios e financeiros cenário que mudou significativamente nos últimos anos. A partir de 2023, a regulamentação da Lei 14.300/2022 pela ANEEL {inserir a descrição?} (marco legal da micro e minigeração distribuída) trouxe maior segurança jurídica e previsibilidade ao setor.

Além disso, iniciativas federais como o programa Luz para Todos, coordenado pelo Ministério de Minas e Energia, e linhas de crédito específicas, como o BNDES Finame Baixo Carbono, ampliaram o acesso ao financiamento e impulsionaram a adoção da energia solar no país especialmente no ambiente corporativo.

Continue a leitura do artigo e saiba mais sobre os incentivos do Governo Federal para as energias renováveis.

Energia Solar no Brasil

A Energia Solar é uma alternativa sustentável, limpa e inesgotável, que beneficia a todos, além de contribuir com o meio ambiente e de trazer inúmeras vantagens e benefícios, podendo reduzir em até 95% os gastos com eletricidade.

Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), os dados do setor solar no Brasil evoluíram rapidamente nos últimos anos. Em 2021, o país havia ultrapassado a marca de 8 gigawatts (GW) de potência instalada e a fonte representava cerca de 1,7% da matriz elétrica. No entanto, em 2026, a realidade é muito diferente: o Brasil já supera aproximadamente 60 GW de capacidade instalada, e a energia solar passou a responder por cerca de 23% da matriz elétrica nacional tornando-se a segunda maior fonte de geração do país.

Esse crescimento acelerado confirma a tendência de expansão exponencial do setor, impulsionada principalmente por investimentos privados, linhas de crédito e incentivos regulatórios. A geração distribuída e instalada em residências e empresas lidera essa expansão, enquanto grandes usinas solares continuam atraindo bilhões em investimentos nacionais e internacionais. O cenário atual mostra que a energia solar deixou de ser uma fonte emergente para se consolidar como um dos pilares da matriz energética brasileira.

Incentivo do Governo Federal

O crescimento da energia solar no Brasil é resultado direto de incentivos estratégicos do governo. Ainda em 2015, o então ministro de Minas e Energia lançou o Programa de Desenvolvimento da Geração Distribuída (ProGD) por meio do Ministério de Minas e Energia. A iniciativa abriu caminho para que milhões de brasileiros passassem a gerar sua própria energia, reduzindo custos e ganhando mais independência da rede elétrica.

A autorização do Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ) em 2015 garantiu a isenção de ICMS sobre a energia compensada. Na prática, isso significa que quem investe em energia solar consegue aproveitar melhor cada kWh gerado, aumentando significativamente a economia na conta de luz. Mesmo com propostas como o PLP 207/2019 ainda em tramitação, o modelo atual já favorece fortemente o consumidor que decide produzir sua própria energia.

O crescimento acima das expectativas

Os números mostram o potencial dessa transformação. Embora o governo estimasse movimentar cerca de R$ 100 bilhões até 2030 e atingir milhões de unidades consumidoras, a realidade já superou as expectativas. O Brasil ultrapassou a marca de 3 milhões de unidades com geração própria antes mesmo do prazo previsto, impulsionado pela busca por economia, sustentabilidade e valorização dos imóveis com energia solar instalada.

Além disso, medidas como a redução temporária de impostos sobre equipamentos solares, adotada pelo governo em 2020, ajudaram a acelerar esse crescimento. Embora o incentivo tenha vigorado apenas até o final de 2021 e não tenha sido amplamente renovado, ele contribuiu para tornar a tecnologia mais acessível naquele momento. Desde então, a queda nos custos dos equipamentos e a ampliação das linhas de financiamento sustentam o avanço do setor.

Como apresentamos acima, existem algumas alternativas que incentivam a eficiência energética no Brasil, a fim de contribuir com o desenvolvimento, preservação e qualidade de vida no país.

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