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Rose Data Server MikroTik RDS2216: quando infraestrutura deixa de ser custo e vira estratégia

Seus dados estão realmente sob o seu controle?

Existe uma conversa que está acontecendo em salas de TI, em NOCs de provedores e em reuniões de diretoria por todo o Brasil: a nuvem pública ficou cara demais para ser a única resposta.

Não é exagero. Empresas que migraram tudo para serviços externos nos últimos anos estão começando a fazer as contas, e o resultado não é confortável. Custos dolarizados que sobem todo ano, taxas de egresso de dados que aparecem nas faturas sem avisar, dados sensíveis fora do alcance do time de TI, e uma dependência operacional de terceiros que, em muitos casos, não entregam a latência que a operação precisa.

A pergunta que fica é: existe uma saída?

Existe. E ela passa por algo que a Dicomp já trabalha há mais de 25 anos: infraestrutura de verdade, sob controle do cliente, com as marcas certas.

O que é o Rose Data Server MikroTik RDS2216?

RDS2216-2XG-4S+4XS-2XQ é a resposta da MikroTik para uma pergunta que o mercado vinha fazendo há um bom tempo: é possível ter um único equipamento que seja servidor, storage, roteador e plataforma de aplicações ao mesmo tempo?

A resposta é sim. E o resultado é este equipamento.

Em vez de ter um storage numa prateleira, um servidor em outra, uma placa de rede separada e um gerenciador de aplicações em algum serviço de cloud, o Rose Data Server reúne tudo em um único chassi 1U de rack, projetado para ambientes corporativos e operações que precisam de desempenho de verdade.

O que está dentro da caixa

Armazenamento: 20 slots U.2 NVMe PCIe Gen3, com banda total de até 128 Gbps. Velocidade de leitura e escrita de nível empresarial, sem gargalo por disco mecânico ou SSD SATA.

Conectividade nativa: 2 portas QSFP28 de 100G, 4 portas SFP28 de 25G, 4 portas SFP+ de 10G e 2 portas Ethernet de 10G. Tudo já incluso, sem placa de rede adicional.

Processamento: CPU ARM de 16 núcleos a 2,0 GHz com 32 GB de RAM DDR4 ECC, memória com correção de erros em tempo real, que evita corrupção de dados em operações críticas.

Software: RouterOS v7 em edição especial ROSE (licença nível 6), com suporte a NVMe-TCP, criptografia de dados, failover e todas as funcionalidades de rede que os usuários MikroTik já conhecem.

Containers OCI nativos: MinIO, Nextcloud, Shinobi, Frigate e qualquer aplicação compatível com OCI roda direto no equipamento.

Redundância: duas fontes de alimentação hot-swap, para troca sem desligar o sistema.

Por que isso importa na prática?

Deixa o técnico falar depois. Antes, o gestor precisa entender o que muda.

Um provedor de internet que mantém logs de conexão em storage externo paga por armazenamento, por tráfego e por disponibilidade. Tira isso da nuvem, coloca num RDS2216 dentro do próprio datacenter, e por isso, o custo recorrente vai para zero, com latência de acesso infinitamente menor.

Uma empresa que usa dezenas de câmeras IP e armazena as gravações num servidor de terceiros está transferindo um volume absurdo de dados para fora da rede local todo dia. Com o Rose Data Server rodando um container de gravação internamente, esse tráfego fica local: mais rápido, mais barato e mais seguro.

Um integrador que monta uma cloud privada para um cliente corporativo precisava, até agora, de vários equipamentos para fechar o projeto: storage, servidor, switch de alta performance, gerenciador de containers. O RDS2216 reduz essa equação a um único equipamento central.

Aplicações reais: quem usa e como usa

Provedores de Internet (ISPs)

O RDS2216 transforma o NOC. Centraliza o armazenamento de logs (obrigação legal, vale lembrar), roda sistemas de monitoramento como Zabbix em container, gerencia backups e mantém servidores de autenticação, tudo em alta velocidade, sem consumir banda de borda nem depender de link externo.

Para provedores que estão crescendo e precisam de infraestrutura mais robusta sem explodir o orçamento, é uma das soluções mais eficientes do mercado atual.

Empresas com grande volume de dados internos

Departamentos jurídicos, contábeis, de engenharia: qualquer área que lida com arquivos grandes e sensíveis. Em vez de uma pasta no Google Drive ou num servidor improvisado, o Rose Data Server entrega armazenamento privado com velocidade de NVMe, controle de acesso via RouterOS e sem mensalidade.

O Nextcloud rodando em container, por exemplo, entrega para o usuário final uma experiência parecida com Google Drive ou OneDrive, mas os dados ficam no servidor da empresa, dentro do rack, sob controle do time de TI.

Segurança eletrônica em escala

Shoppings, condomínios inteligentes e complexos industriais com dezenas ou centenas de câmeras geram um volume imenso de vídeo. Armazenar tudo em cloud é caro. Armazenar em NVRs individuais é fragmentado e difícil de gerenciar.

Com o RDS2216 e um container de gravação como Shinobi ou Frigate, o integrador entrega uma solução centralizada, escalável e de alto desempenho, com os dados permanecendo na instalação do cliente e sem mensalidade.

Automação industrial e Edge Computing

Ambientes de chão de fábrica com sensores IoT e sistemas SCADA geram dados por milissegundo. Processá-los na nuvem cria latência que pode ser inaceitável para a operação. O Rose Data Server posicionado como nó de borda processa e armazena localmente, sem depender de link externo. A linha de produção não para, mesmo em caso de queda de internet.

Infraestrutura completa, do rack ao firewall

Aqui está o ponto que as fichas técnicas não contam.

Um servidor como o RDS2216 é a peça central de um projeto maior. Ele não funciona no vácuo. Para entregar o que promete, ele precisa de um ecossistema preparado. É exatamente aí que a Dicomp entra como parceira, não apenas como distribuidora.

Switches de distribuição compatíveis: as portas de 100G e 25G do RDS2216 precisam de switches à altura do outro lado do cabo. A Dicomp tem o portfólio certo para garantir que a velocidade prometida chegue de verdade até os pontos de rede.

Transceivers e fibra óptica: para extrair o máximo das interfaces SFP+ e QSFP28, são necessários transceivers homologados e cabos ópticos de precisão, itens que a Dicomp fornece junto com o projeto.

Racks e infraestrutura física: o RDS2216 é um equipamento 1U. Ele precisa de rack adequado, organização de cabeamento, espaço para ventilação e proteção física. A Dicomp tem essa linha completa.

Energia ininterrupta: um storage de missão crítica não pode depender da qualidade da rede elétrica. Nobreaks senoidais de alta capacidade e, dependendo do projeto, energia solar fotovoltaica para reduzir o custo operacional a longo prazo. A Dicomp cobre essa frente também.

Segurança de perímetro: de nada adianta ter dados internos protegidos se a borda da rede está exposta. A Dicomp trabalha com firewalls de próxima geração para blindar o ambiente antes que qualquer requisição maliciosa chegue ao servidor.

O projeto não começa e termina no RDS2216. Começa na necessidade do cliente, passa por uma arquitetura completa e chega na entrega de um ambiente funcional, seguro e preparado para crescer. Isso é o que uma distribuidora com mais de seis mil produtos em portfólio consegue fazer que um fornecedor de equipamento isolado não faz.

Infraestrutura sem dependência e sem surpresa na fatura

O RouterOS v7 não cobra assinatura. Não tem paywall, taxa por volume de dados armazenados nem revisão de preço anual.

Isso muda o modelo financeiro do projeto. Em vez de um custo variável que cresce conforme o uso, o cliente tem um investimento fixo em hardware que se paga ao longo do tempo, sem oscilação cambial, sem lock-in de fornecedor e sem cláusulas de surpresa.

Para o integrador, isso é um argumento comercial forte. Para o cliente final, é previsibilidade financeira.

Para quem é o Rose Data Server?

O RDS2216 faz sentido para quem opera em qualquer um desses cenários:

  • Provedores de internet que precisam de storage interno com alta performance e custo controlado
  • Empresas que querem reduzir a dependência de nuvem pública para dados sensíveis
  • Integradores que montam soluções de cloud privada, CFTV em escala ou infraestrutura corporativa completa
  • Datacenters e ambientes críticos que precisam de convergência entre rede e armazenamento
  • Operações industriais que dependem de edge computing e baixa latência

Se o seu projeto envolve qualquer um desses cenários, o próximo passo é uma conversa com a equipe da Dicomp.

Sobre a Dicomp

Fundada em 1998 em Maringá (PR), a Dicomp é uma das maiores distribuidoras multissoluções de tecnologia do Brasil. Com sede no Paraná, centro de distribuição em Itajaí (SC) e presença internacional no Paraguai e na China, a Dicomp atende revendas, provedores, integradores e empresas com um portfólio de mais de seis mil produtos nas verticais de telecomunicações, segurança eletrônica, tecnologia da informação, automação industrial, energia solar fotovoltaica e infraestrutura.

A MikroTik é uma das parcerias estratégicas da Dicomp. O Rose Data Server é uma das soluções que melhor representa o que essa parceria pode entregar para projetos de alto desempenho.

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